UMA AVENTURA NO TEMPO
Isso mesmo. A ideia foi a de voltar nos anos 1800. Estamos na Escola Estadual Pedro Vicente de Freitas, na companhia de Mirian, D. Nina, Gilca Napier e do diretor José Antônio Carneiro.
E de mais gente importante, a equipe do 12º Circuito Cultural Grande Hotel de Muriahe, um projeto patrocinado pelo Instituto ENERGISA, com apoio da Prefeitura de Muriaé, através da FUNDARTE, , que tem o objetivo de incentivar a leitura por parte das crianças.
Ao lado da escritora Jô Duarte, Ânderson Elias, Presidente da Sociedade Musical União dos Artistas, de Muriaé, proponente desse projeto.
Também em destaque o Dr. Antônio Francisco.

Taís faz a abertura do evento.

Salão cheio com alunos do turno da tarde.

O Diretor José Antônio também se pronuncia.

Agora sim, a escritora Jô Duarte vai convidar os alunos a uma volta no tempo.

Nem todos os alunos acreditam ser isso possível.

Ela mostra isso através de seu novo livro, que está sendo lançado, onde conta a história de Muriaé e usa para isso um personagem fictício que ao tocar no relógio da Praça João Pinheiro, imediatamente volta ao ano de 1819, época em que na região onde hoje é o Bairro Rosário, desembarcou o desbravador Constantino Pinto.
Nessa época nessa região residiam os índios Puris.

A origem do nome Muriaé está aí no quadro. "Mosquito mau" já que eram muitos os mosquitos na região nessa época.

No livro o personagem vai interagindo com a índia Puri.

Perguntado ao auditório, D. Nina acertou o nome dessa planta, abundante na região. A puaia era de grande interesse para os homens brancos por ser usada como remédio. Era isso que interessava ao Constantino Pinto.

Um pouco do vocabulário dos Puris.
A garotada atenta o tempo todo e sempre participativa. Gilca elogiou o comportamento deles. Eu também tenho muito orgulho dessa garotada, acompanhando-os nos projetos do GAB.



Um livro foi sorteado e João Miguel foi o ganhador.

Jô ficou admirada quando soube que havia descendentes de Puris no auditório. Eles foram chamados ao palco.
Essa tribo habitou a Serra do Brigadeiro havendo, inclusive, correntes que são favoráveis a que se mude seu nome para Serra dos Puris.

Cada estudante ganhou um adesivo:

"Sou um guardião/guardiã da história de Muriaé".

Fui na casa do "Sr. Folosino" para trazê-lo para essa foto. Seu avô também era Puri.

Clovis serviu Toddinho para todos.

Os visitantes vieram todos aqui para um café em nossa casa.

Meio de improviso, e na correria, Mirian preparou isso.

Gilca e Dr. Antônio são amigos muito queridos nossos.

Uma tarde muito agradável, junto com pessoas agradáveis.




Parabéns a todos os envolvidos desse encontro!!
ResponderExcluirTemos que criar o hábito de falar Serra dos Puris quando nos referirmos à Serra do Brigadeiro.
E viva a Serra dos Puris.
Foi uma tarde deliciosa na companhia das crianças e de todos vocês! Eu amei muito! Jô Duarte.
ResponderExcluirÉ sempre um prazer muito grande ir à nossa Escola Estadual, rever pessoal de trabalho e alunos. E admirar sempre os cuidados que têm com aquele grande patrimônio. E, ontem também estar com pessoal de Muriaé, liderado pela escritora muriaeense, Jô Soares, muito simpática e amiga de todos nós. Foi muito bom o programa que nos trouxeram, sobre a História de nossa Muriaé. E a comemoração foi padrão dra. Mirian e dr. Cléber, em sua linda mansão em Belisário.
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