ESTAMOS EM CASA
Saímos de Maricá por volta das 10 horas, depois de um belo encontro com a Família Paradela, no casamento de Tiago x Mariana.
Passamos por diversas pequenas cidades, distritos, nem sei os nomes e já estamos subindo a Serra de Teresópolis, depois de Guapimirim.


Geralmente se pega cerração nessa serra.

Com o tempo limpo gosto de parar nesse mirante para fotos, Nesse momento, zero visibilidade. Vamos em frente!

Decidi entrar em Além Paraíba para almoçar. Estamos atravessando o Rio Paraíba, no Porto Novo.

Para a nossa surpresa ninguém nas ruas da cidade e tudo fechado: bares, restaurantes...

Desci para fotografar a histórica estação ferroviária, que já foi palco de muitos movimentos. Pegamos muitos trens aqui, quando crianças.

Tudo absolutamente destruído, destino final de quase todas as estações ferroviárias brasileiras.


Ninguém nas ruas. Minha primeira professora, D. Ione Fortes, morava numa dessas casas à esquerda.

Naquela subida a gente ia trepar em um cipó e balançar lá no alto e ver o desespero dos adultos lá embaixo na praça. Era tão perigoso que a polícia cortou.

À esquerda um beco com a casa de D. Santa, membro da igreja de meu pai, onde a gente podia ver televisão.


Aqui a igreja e onde hoje é o portão preto era um beco que levava à casa pastoral, hoje um prédio.

Você consegue imaginar uma cidade onde o trem circulava no meio da rua?

Atravessamos a cidade, pegamos a BR 116 e chegamos em casa por volta das 16 horas.
Ainda teremos agito nesse domingo e a semana será quente.
Viajei com sua narrativa! Amei! Triste demais a destroçado da estação de Além Paraíba
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