VAMOS AO MERCADO. E QUE MERCADO!
André e família foram visitar o Vaticano. Como já conhecemos, preferimos outro programa.
Caminhamos 1,5 km até o Il Mercato Centrale de Roma.
Tenho essa cidade literalmente nas minhas mãos. Basta colocar o destino no google mapes, que ele me leva facilmente, falando durante todo o percurso.

Pensa num mercado completo. Com certeza ele ocupa uma área equivalente a toda a área urbana do distrito de Belisário; da UBS até a Matriz. Uma parte menor é ocupada por uma estação ferroviária.
Lojas simples, de bugigangas, e aquelas de grife.



Alimentos é o que mais tem.



Queijos e borratas em abundância.

Tudo com muito bom gosto e charme na aparência dos doces.

Pizzas de múltiplos sabores.

Voltamos a pegar sorvete, agora uma bola somente. Custou "apenas" 15 Euros, 90 reais. O compadre Tuti já tem uma boa oferta para a nossa casa e vai dar para pagar tudo isso.

Caramba! Um tanque de guerra usado pela polícia!!!
Aqui em Roma são famosos os "pickpockets" ou, "batedores de carteiras". Diferentemente do Brasil, onde agem com violência, aqui são furtos sutis, muitas vezes feitos por garotinhas arrumadinhas, que não levantam suspeitas.

Aqui o "Museo Nazionale Romano Palazzo Massimo", que abriga uma das mais importantes coleções de arte da Roma antiga.
Tentamos visitar, mas estava fechado.


Mais à frente vimos isso numa vitrine.
Aqui uma curiosidade. Sempre que não há um sinal, a preferência é absolua do pedestre. Isso em Muriaé é razoavelmente observado, em Juiz de Fora muito pouco e em Salvador nunca. Nesses poucos dias em que estive na capital baiana vi duas senhoras atropeladas, sentadas no asfalto, em dias e lugares diferentes.

Por outro lado o pedestre nunca atravessa no sinal fechado para ele, mesmo que não venha carro.

Estou em dia com você, nada lhe devendo em termos de notícias.

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