UM DIA DE CAMPO MUITO PRODUTIVO
Anunciamos aqui e partimos cedo nessa quinta para a Comunidade Fazenda Veiga. Saindo de Belisário, na direção Itamuri, logo vou entrar à esquerda, na direção de Miradouro, mas vou andar pouco.
De longe deu para ver um grande número de carros no sítio de Brasileu/Valdirene.

Caramba! Tantos eram os carros que o terreiro de Silvério/Vanda virou estacionamento auxiliar.

Também vou estacionar por aqui.

Logo à frente fica o sítio onde as coisas irão acontecer.

Excelente o número de participantes.

Os patrocinadores sempre enriquecem um evento.


As inscrições vão sendo feitas e um café estava sendo oferecido.

Levy, no colo de Daniela, está começando cedo na sua qualificação.
Na casa dos 80, D. Nenê veio de Belisário a pé.

Vá vendo aí!


Banana e café são duas riquezas nessa comunidade. A EMATER vai falar sobre isso.

Presentes o Vice-Prefeito, Manoel Carvalho, Secretário de Agricultura, Fernando Levati, Coordenadora da EMATER, Pres. do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Pres. da Associação dos Moradores de S. Lúcia e S. Tomé, Cooperativa dos Produtores e os patrocinadores. Esse de camisa vermelha representa as máquinas agrícolas Husqvarna e viajou 700 km para chegar até aqui.

Brasileu dá boas vindas a todos.

Idem o Vice-Prefeito e os demais que estão na frente. O Secretário Fernando Levati trouxe boas notícias para Belisário. Gravei com ele uma entrevista e já lhe mostro.



Todos subiram para o cafezal para ouvirem uma palestra do Engenheiro Agrônomo Robério: "Consórcio na Agricultura". Jurava que iria tratar da forma de comercialização do café pelo sistema de consórcio.

Ignorância minha. Ele explica de forma técnica, porém clara, que o plantio de bananeiras ou abacateiros junto com os pés de café, em distâncias certas, aumenta em muito a produtividade do cafezal.


Tudo observando-se técnicas também

Ele lembra que numa touceira deve ficar apenas a bananeira mãe, a filha e a neta. Outras mudas devem ser puxadas da terra de forma profunda, utilizando-se uma ferramenta chamada "lurdinha". Lembrei-me da minha amiga do Sítio Paraíso, que nada tem a ver com isso.
Aconteceram mais palestras e a Escola Estadual Pedro Vicente foi parceira na preparação do almoço para toda essa turma.



Ontem mesmo estive perguntando ao cafeicultor, sr. Paulino Balbino, se é difícil vender o café produzido. Ele disse : " que nada, e recebe na hora que colhe ! " Que, por isso, mesmo colhendo só uma vez por ano, todo agricultor tem sua "moitinha". Dá trabalho
ResponderExcluir., mas é um dinheirinho bom que entra.