UMA NOITE MAGNÍFICA EM MURIAÉ
Como falei, não pude ficar na reunião no salão paroquial. Depois das 18 horas desci a serra na direção de Muriaé.

Essa vista a oeste é à projeção do pôr do sol que na verdade está se pondo nas nossas costas, na Serra do Brigadeiro.

Aqui o meu destino, Teatro Municipal Belmira Vilas Boas, que foi reformado.

Para ver isso: a abertura do 9º Festival de Cinema da Muriaé.


Fernando Paixão, Diretor de Cultura da FUNDARTE com André Weller, diretor do filme Ary, que será apresentado nessa noite.

Na abertura o casal apresentador inicia uma merecida homenagem ao cineasta muriaeense Euler Luz, que recentemente recebeu o
prêmio de melhor diretor na Índia, no Black Cat Award International
Film Festival 2025, pelo filme "O Berço".
Esse festival é considerado um dos mais importantes do mundo dedicados ao
curta-metragem.

Euler tem Fernanda como sua parceira nessa vitória e também em 2024, quando esse filme conquistou o título de melhor filme no Festival de Cinema de Araguari. Esse curta metragem foi gravado na região, valorizando cenários e talentos locais


O primo Renato e Mariléa presentes.

As homenagens a Euler continuam. Dr. Rangel, poeta, acadêmico, delegado, vereador... enaltece as virtudes de Euler e faz a entrega a ele de uma Moção aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal de Muriaé.


Euler e Fernanda são pessoas muito queridas nossas.

Sandro Carrizo, Diretor Geral da FUNDARTE, organizadora desse festival, justifica a ausência de nosso prefeito, Dr. Marcos Guarino, por estar em viagem. Destaca que ele, que tanto prestigia a cultura, também é um cinéfilo, um amante do cinema.

Uma surpresa agradável a presença de Márcio Barroso, neto de Ary Barroso, cuja vida será projetada agora.

À esquerda, Renato, Natalino e Elias Muratori, curadores desse festival de cinema.

Time completo.

E vamos ao filme!
Lembrando que Ary Barroso é mineiro de Ubá e se tornou famoso por seus sambas, especialmente por
"Aquarela do Brasil ". Mas ele fez muito mais que isso.
Teve programas no rádio, naquela época de sonoplastias improvisadas, flamenguista doente, o que eu não valorizo, narrou futebol, tocava piano no cinema mudo, para pagar seu curso de Direito e foi um grande carnavalesco.

Muitas músicas exaltando a Bahia, onde ele também morou. " O Que É Que a Baiana Tem", " Na Baixa do Sapateiro" ...


No final peguei o microfone, me dirigindo especialmente ao neto de Ary Barroso para lhe informar que umas das últimas músicas orquestradas no filme apresentou na legenda como sendo sob a regência do Maestro Léo Peracchi e que a víúva desse famoso maestro, D. Nina Campos, mora em Belisário.
Ele gravou um vídeo para ela e vou postar.

Academia Muriaeense de Letras.

Agora com os Curadores do Festival.

Subi a serra às 22 horas lamentando D. Nina não ter ido comigo.
Ela quer se encontrar com Márcio Barroso.

Que noite! Quem sabe não haverá um encontro entre D. Nina e o neto do saudoso Ary Barroso? Estou na torcida!
ResponderExcluirA noite foi mesmo digna do título dessa matéria. Parabéns Cleber, por tão completo registro.
ResponderExcluirCleber, a sua matéria é fiel aos fatos, realmente foi uma noite magnífica, que se completará neste encontro da Dona Nina com Márcio. Estou me sentindo um privilegiado em ter assistido o documentário. Renato Sigiliano.
ResponderExcluirConhecer um neto de Ary Barroso, o sr. Márcio Barroso, amanhã em Ubá, será um prazer muito grande. Obrigada, dr. Cléber, por me proporcionar a viagem, a Renato e Fernando Paixão, por mediar o convite para esse nosso encontro imperdível.
ResponderExcluirEm nossas conversas, de oito anos (1962-1970) em Nova York e onze anos (1971-1981) na Europa, Leo muitas vezes se referiu amorosamente à pessoa de Ary Barroso e entusiasticamente à sua obra musical. Em 1982 veio uma isquemia
cerebral, depois um derrame e, em 16/01/1992 faleceu no Rio de Janeiro nosso Maestro Leo Peracchi.
De modo muito especial, cumprimentos a Euler luz por sua obra como cineasta, muito premiado e orgulho nosso em Minas Gerais.
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