MAIS UM ENCONTRO DO PROJETO MENTE ATIVA

Adiantei a canjiquinha em minha casa e Sônia me ajudou a terminá-la na cozinha do GAB. Com o frio de Belisário ela iria cair bem e queríamos aproveitar a linguiça que Osvaldina trouxe na semana passada.
Novamente o tempo ficou livre para que todos pudessem recordar, comparar tempos, trazer lembranças para a discussão, fossem positivas ou negativas. Passearam pelas suas fases de vida como crianças, adolescentes, fase adulta e a atual, como idosos. 
O que mais marcou em cada fase? Para alguns, a primeira fase, quando brincaram muito. Outros não puderam brincar devido a necessidade de trabalhar na roça. Para muitos a melhor fase é essa, onde cada um tem liberdade sobre a sua vida.
Dentro dessa linha de puxar o histórico de vida de cada um, fizemos uma dinâmica, onde cada um recebia uma caixa e não deixava o seguinte ver o que tinha dentro. Ele deveria fazer um relato sobre aquilo que estava vendo. Dentro da caixa havia um espelho e assim, cada um poderia fazer uma análise do que pensava de si próprio, a partir de sua linha de vida.
“Uma mulher guerreira, trabalhadeira, sem desistir de lutar...”
 
“aqui vejo um homem trabalhador, que quando jovem ouviu da mãe que queria que ele casasse e desse a ela uma nora...”
Fizemos o tradicional bingo...

A canjiquinha agradou geral.

Zé Maria, vice-presidente do GAB, deu uma passada por lá.
Mas ninguém queria ir embora. Ainda resolveram fazer um bate bola no salão, para esquentar.
Tenho muito orgulho de participar da equipe de coordenação desse projeto.
*Matéria de Daniela Clemente.

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