A ERA DOS FESTIVAIS

Essa viagem Belisário-Juiz de Fora-Rio começou a partir disso. A irmã Cibele me falou desse evento, dia 26, aqui no Rio. Os amigos Marco e Helô estariam no Rio até o dia 25, vindo de Salvador. Montamos uma programação: um encontro em JF na quinta, eu traria o casal para o Rio, eles trocariam as passagens aéreas para o fim de semana, para que a gente pudesse assistir o espetáculo. 
Foi aqui na Lapa.
Lindíssimo  o local.
O evento foi aqui.
Celi comprou os ingressos. Agora um outro grupo: a família Paradela. Marco não trocou a sua passagem, mas Helô sim. Não queria perder esse espetáculo.

Só quem tem mais de 60 anos sabe o que significaram os festivais de MPB

Na programação do evento a gente lê:
O espetáculo “MPB – a Era dos Festivais” celebra o repertório que marcou a geração dos anos 1960, quando o país revelou talentos como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros. Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, a mostra leva ao palco Soraya Ravenle, a primeira-dama dos musicais brasileiros, revivendo o áureo nascimento da MPB em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais. A apresentação revela a atualidade das canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então.
No roteiro, destacam-se sucessos como “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor), entre vários outros. Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira. Soraya Ravenle, por sua vez, se vale não somente do talento vocal, mas também da maestria cênica para “passear” pelas intérpretes da MPB dos anos 1960, como Elis Regina, Gal Costa e Maria Alcina.
Claro que no auditório somente cabeças brancas. Veja o que foi cantado lá:

Geraldo Vandré e Theo de Barros/ Gilberto Gil/ Edu Lobo e Vinícius de Moraes
Disparada/ Domingo no Parque/ Arrastão

Tom Jobim e Chico Buarque
Sabiá

Geraldo Vandré/ Antonio Adolfo e Tiberio Gaspar/ Paulinho da Viola
Pra não dizer que eu não falei de flores/ BR-3/ Sinal Fechado

Luiz Carlos Paraná/ Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós
Maria, Carnaval e Cinzas/ Andança

Chico Buarque
Carolina

Milton Nascimento e Fernando Brant
Travessia

Edu Krieger
Lama sem Alma (essa música é recente de autoria de um dos músicos presentes. Fala do grave problema ambiental de Mariana)

Sérgio Ricardo
Beto bom de bola ( Edu Krieger lembra que essa música levou o cantor Sérgio Ricardo a quebrar seu violão e jogar sobre o público, que não o deixava cantar por não gostar da música.

Edu Lobo e Capinam
Ponteio

Chico Buarque
Roda Viva

Dori Caymmi e Nelson Motta/ Krieger e Vinícius de Moraes/ Paulinho Tapajós e Edmundo Souto
Saveiros/ Fuga e Antifuga/ Cantiga por Luciana

Caetano Veloso
Alegria, alegria/ Proibido proibir

Tom Zé e Rita Lee/ Tom Zé
Dois mil e um/ São, São Paulo

Caetano Veloso e Gilberto Gil/ Jorge Ben
Divino Maravilhoso/ Fio Maravilha

Para encerrar foi cantada A Banda, de Chico Buarque.
Uma foto dos Paradelas, com a amiga Helô Costa.
Aqui nos despedimos dela, que volta sábado para Salvador.
E parte da família vai esticar a noite.
Cá estamos.
Tem mais coisas no sábado. Mostro depois.


Comentários

  1. eu amei esse encontro com uma familia que eu amo tanto. E de quebra, teve esse show maravilhoso.

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  2. Bela reportagem. Isaias

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